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Mostrando postagens de maio, 2010

New York, New York!

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É. Fui a Nova Iorque. Um sonho de várias décadas se realizou da forma mais estranha do mundo. Não foi a viagem que eu sonhei, nem com fui com quem eu sonhava ir. Mas uma pequena frase me ficou na boca e na mente depois destes 2 dias e meio. Uma frase, um conceito, uma epifânia, com todo o seu peso: encontrei a minha casa! Durante todos estes anos eu sonhei em vir conhecer esta cidade. Não era o sonho americano. Era – e é – o sonho Novaiorquino. E encontrei quase tudo o que sonhava e muito mais.A cidade tem pessoas de toda a parte do mundo. Em 40 minutos de trajeto entre Brooklyn e a 14th street, ouvi 33 linguas/dialetos diferentes. Sim, perguntei a cada vez. E o mais fabuloso é que o inglês estava de par a par com algumas outras línguas, entre as quais o português. Eu já conhecia Washington e o interior da pensilvânia, mas isto é outra coisa. A cidade tem comidas, roupa, atrações, filmes, musica, religiões, cores, cheiros, palavrões e insultos, sorrisos, etc, de toda a parte do mundo.

Adoro o cheiro da manhã...

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É verdade. É um ponto comum a todos os países em que passei, o cheiro das primeiras horas do dia, seja na cidade ou no campo, é entusiasmante para mim. É uma sensação muito otimista, de que tudo pode acontecer durante o dia, que tudo está por fazer, um mundo de novidades. Mesmo durante o verão, cedo de manhã sente-se um cheiro refrescante, tonificante, mistura de perfumes de pessoas que acabaram de tomar banho e sair para o trabalho, de café acabado de ser feito, de pão quente e fruta fresca. Isso se contrapõe bem ao que eu sinto para o fim do dia, mais deprimente, com cheiros usados, de comida requentada, de poluição, com a sua mágoa de coisas que deveriam ter sido feitas e não aconteceram por diversas razões todas mais louváveis umas que as outras... É. É o único momento do dia que posso honestamente dizer que gosto de trabalhar, de produzir alguma coisa (pessoal ou profissional)... Quem me dera que houvessem só manhãs...

Contra aborto e vasectomia...

Fui a uma consulta de Urologia e fui acolhido pelo médico com a seguinte pergunta: "não me diga que você também vai querer uma vasectomia?? Digo isso porque os 4 pacientes consecutivos antes de você vieram aqui só para isso!" Porque será? Fenômeno de moda? Medo desesperado de "armadilhas"? A mulher está farta de ser ela a tomar as providências contraceptivas? Ele também me informou que a lei autorizava a vasectomia para homens com mais de 35 anos e com filhos. Será que existem clinicas clandestinas de vasectomia para homens de menos de 35 anos? Ou seja o cerco é completo por parte do pessoal “pseudo-religioso-pró-vida-a-qualquer-custo”!   Santa paciência!

os 10 mandamentos (versão revisada e amplianda)

(não é meu mas assino por baixo!) Os Mandamentos abaixo elencados têm um denominador comum: todos já foram experimentados e estão sendo aplicados em diversas regiões do mundo, setores ou instâncias de atividade. São iniciativas que deram certo, e cuja generalização, com as devidas adaptações e flexibilidade em função da diversidade planetária, é hoje viável. O artigo é de Ladislau Dowbor. Como sociedade, desejamos não somente sobreviver, mas viver com qualidade de vida, e porque não, com felicidade. E isto implica elencarmos de forma ordenada os resultados mínimos a serem atingidos, com os processos decisórios correspondentes. Os Mandamentos abaixo elencados têm um denominador comum: todos já foram experimentados e estão sendo aplicados em diversas regiões do mundo, setores ou instâncias de atividade. São iniciativas que deram certo, e cuja generalização, com as devidas adaptações e flexibilidade em função da diversidade planetária, é hoje viável. Não temos a ilusão relativamente à dis