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Paixão não correspondida é uma merda!

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Quando encontramos alguém que o coração acha que é “aquela pessoa”, que coisa estranha. De repente começam os filmes, imaginamos situações, vemos sinais de possibilidade – ou não vemos os de impossibilidade – em quase tudo. A simples presença da dita pessoa causa uma taquicardia ridícula, a voz, gestos, sorrisos, nem se fala. Hoje ainda temos uma versão digital do desse estado alterado que é quando o dito cidadão – sempre quis usar essa palavra :D – entra no mensageiro online, seja ele qual for (msn, gtalk, chat do facebook etc). E esse estado patético não conhece idade. Já vi o anão (para quem não sabe, meu filho) com esses sintomas todos, já vi amigos e amigas assim, e obviamente, também conheço bem esse drama. O drama é quando fica claro que não há correspondência do outro lado. Pfff, esse é o busilis! Colocamos tudo em questão, o que fizemos de errado, aquilo que tinha ficado exageradamente colorido na fase eufórica de repente fica baço, em tons pastel. Nesse momento é difícil acei...

Não queremos saber tudo. Só um pouquinho...

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Há coisas que não podem, não devem ser ditas. Esta frase me foi dita algumas vezes por pessoas que precisamente prezavam a sinceridade, a honestidade, a transparência nas relações... Algumas vezes, quando achavam que eu era um jovem calado, demasiadamente introspectivo, pediram-me para ser sincero, completamente aberto. E quando fui, pediram para ser menos, aplicar uns filtros. E então? Afinal em que pé dançamos? Ahhh, lembrei-me! É difícil ser coerente. Mas não deveria ser difícil tentar, pelo menos. Como em muitas coisas da vida, a “verdade” há de estar algures nesse meio-termo, não é? Mas eu tenho dificuldades com meios-termos. Quem me conhece já o sabe. Porque o meio-termo exige pensamento/reflexão antes de qualquer ação. Isso tem impacto no dinamismo das relações, das conversas, das interações, das trocas de ideias... Sem contar que é cansativo. Pelo menos para mim. Ter que pensar um pouco mais do que já penso, antes de verbalizar/agir/escrever/sinalizar? Mas não estou isento da ...

Leituras negras...

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Quando fui trabalhar para Luanda, em 2005, inconscientemente decidi que ia ler mais. E ler não só Steinbeck, mas também dar uma chance a outros autores menos familiares. Foi assim que li o complexo Invisible Man de Ralph Ellison . Livro que, aliás, vou ter que ler outra vez para realmente tocar com o dedo toda a densidade do livro. Afinal de contas foi acho que foi a minha primeira tentativa com a literatura negra (Engraçado. Nunca tinha pensado nisso antes de escrever estas palavras, mas acho que Ralph Ellison é o único autor negro que eu li até agora... Dizia eu então, que li alguns livros. Coincidentemente, fiquei-me por dois autores africanos que não tinha tocado: Pepetela e Mia Couto . Do Pepetela li Jaime Bunda, agente secreto , que achei ridículo, embora tenha seu interesse para quem conheça Luanda, porque retrata muito bem os lugares e costumes das pessoas e da cidade. Já o A Geração da Utopia é, para mim, outro campeonato. Brilhantemente escrito, retrata uma geração que eu ...

Que porcaria de tempos esportivos!

É. Estes últimos 2 meses tem sido os piores do Mundo no que tange ao esporte: No tenis o maior tenista de todos os tempos acabou de entrar em declínio - perdeu nas quartas de final em Roland Garros e Wimpledon, depois de 23 semi-finais consecutivas No futebol Portugal perdeu contra a Espanha nas oitavas de final da copa do mundo, num jogo que poderia ter ganho se o treinador não teimasse em achar que o Cristiano Ronaldo é o único jogador da equipe Também na copa, o Brasil perdeu contra a Holanda, depois de dominar toda a primeira parte e de achar que já tinha ganhado a copa Ainda no futebol, e para acabar, os jogadores do Gana perderam contra o Uruguai, depois de perder a bagatela de 3 penaltis Estaremos e entrar numa nova era esportiva? A partir de agora e durante todas as minhas férias, vai ser videogame e televisão. Assim não se corre riscos de desilusões inúteis. Paz!