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Mostrando postagens com o rótulo escolhas

Quando precisamos de apoio...

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Faz algum tempo que não venho aqui. E o último texto foi triste, como o momento que estávamos e ainda estamos atravessando, aqui. Da história da Geisa, a boa notícia que restou para os os sobrevivente é que o Vicente está vivo , forte e bem, com o pai, os irmãos e o resto da família e amig@s que, tenho certeza, lhe darão todo o amor que ele e qualquer ser humano merece. Continuo na torcida por eles tdo@s. Depois de meses mais sombrios, a vacina está, finalmente trazendo esperança tão ansiada, por todos nós. Tomara que assim continue. Tomei, na sexta passada, a segunda dose da AstraZeneca, maior parte da família próxima e amig@s já tomou pelo menos uma dose de alguma vacina. Melhores dias virão, com certeza. Parei a terapia. Ou pausei, pelo menos. Aquele desconforto de estar a ir por obrigação voltou a aparecer, então suspendi. Tenho de perguntar ao meu redor se está tudo igual ou sé melhor eu voltar logo para as sessões! :D Longe de dizer que resolvi todos os traumas, mas a sensação é ...

Sabes o que mais me incomoda?

Contextualização rápida, para quem ler isto sem saber do que se trata: a situação política no Brasil está numa encruzilhada assustadora. Um esquema de corrupção duradouro, uma crise econômica, uma polarização popular extremamente agressiva (chamam aqui de Fla-Flu político, como referência à rivalidade esportiva entre o Flamengo e o Fluminense) e uma coisa chamada Internet e redes “sociais”, que é como tentar apagar fogo com gasolina. E vamos então a isto. Sabes o que mais me incomoda? É a polarização política nos ter levado a ter medo de discutir para evitar o conflito. É eu evitar assuntos com família, amigos, colegas, só para evitar o desgaste do debate. É eu me ver entrincheirado. É eu me observar, quase como uma experiência fora do corpo, e ver que aqui e ali, eu reconheço que o outro lado tem um bom argumento ao qual vou, no calor da discussão, ser surdo. E saber que, quando eu tiver razão em alguma coisa, o outro lado também não me vai ouvir, mesmo se eu sei que ele conc...

Filhos - como vai ser?

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Tenho andado mais introspectivo ultimamente. Mas não abandonei o Blog. É só que os pensamentos e emoções têm sido tantas e intensas que tenho tido talvez, alguma dificuldade em processar tudo antes de vir aqui partilhar. Mas está tudo bem. Vai dar tudo certo! :) O engraçado com o um blog pessoal é que mesmo assim ainda não é o lugar onde vamos dizer absolutamente tudo, não é? Tanto quem escreve como quem lê não está pronto para tanta honestidade. Hmm. Nota para myself: escrever sobre isso! Adiante! O meu sobrinho nasceu. Na verdade nasceu mais um sobrinho :) É o Pablo, filho do Pedro, meu irmão mais novo, aquele que sempre foi o nosso “bebê”, mesmo sendo maior do que qualquer um de nós. Vê-los com o bebê foi um momento emocionante. Muito emocionante. É como o fecho de um ciclo, inicio de outro. Nós os três já saímos da infância/adolescência/vida de jovens adultos, para passar a ser pais. A felicidade está estampada na cara deles e é tão boa de ver e presenciar. O Milan também ...

Escolhas ou destino...

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Tive uma conversa muito interessante com a minha mãe há uns tempos atrás, quase que completamente filosófica, sobre destino e escolhas. Basicamente a nossa conversa se portou sobre a pergunta se a nossa vida é o resultado das nossas escolhas – conscientes ou inconscientes – ou se o “destino” faz algumas escolhas por nós. Minha mãe acha que na vida muitas vezes não temos escolha, que muitas vezes nos deixamos levar pelos eventos. Minha opinião é precisamente oposta. A escolha é quase sempre nossa. Acredito que quando dizemos “não tive escolha”, é porque escolhemos na mesma. A “falta de escolha” já é uma escolha em si. O que acontece é que muitas vezes as escolha que fazemos são tão difíceis que temos imensas dificuldades em assumi-las assim com as suas consequências. Não estou a dizer “sou capitão do meu barco, senhor do meu destino”. Não acredito que dominamos todas as variáveis do nosso “ambiente”. Acredito até no contrário, que a maioria das variáveis está totalmente fora o nosso co...

100 palavras

100 palavras para me lembrar quem sou, do que gosto, quem amo ou amei, de onde venho, onde gostaria de ir, como gostaria de estar. 100 palavras para me explicar o vazio, apaziguar o vento ou aproveitar o passeio. 100 palavras que podem suavizar a violência do desmantelar de quase tudo, atenuar o fedor do esquecimento e pintar o vácuo com cores as cores da luz. 100 palavras para renascer outra vez e sorrir com o olhar, apreciar a chuva e a memória de dias melhores que já começaram. Tipicamente eu. Com espaço para dizer tudo e ficar sem palavras... :-P

There's something about the music...

Já nem sei se já escrevi sobre o assunto. E mesmo que já tenha, o assunto é-me importante... Recorrentemente, volto a pensar no meu percurso de vida e tento identificar o momento em que escolhi não perseguir o meu sonho. Ou, sendo menos dramático, escolhi hipotecá-lo em prol de alguma segurança. Acho que aconteceu quando vislumbrei que poderia fazer “carreira”, que não era o inútil que algumas pessoas pensavam que eu era. Na altura não tinha discernimento para afastar do meu caminho qualquer interferência/opinião de terceiros. Não quer dizer hoje tenha, mas pelo menos hoje sei expressar um “NÃO” convicto e repetir claramente para quem insiste “que parte de NÃO, não percebeste?”. Isso ajuda muito a ser seguro. Dizia eu que quando achei que poderia “fazer carreira” foi quando conscientemente escolhi me afastar do mundo da música. Isso aconteceu no inicio da década de 90. De fato algumas qualidades me permitiram destacar e crescer profissionalmente, em vários ambientes diferentes (vendas,...

Contra aborto e vasectomia...

Fui a uma consulta de Urologia e fui acolhido pelo médico com a seguinte pergunta: "não me diga que você também vai querer uma vasectomia?? Digo isso porque os 4 pacientes consecutivos antes de você vieram aqui só para isso!" Porque será? Fenômeno de moda? Medo desesperado de "armadilhas"? A mulher está farta de ser ela a tomar as providências contraceptivas? Ele também me informou que a lei autorizava a vasectomia para homens com mais de 35 anos e com filhos. Será que existem clinicas clandestinas de vasectomia para homens de menos de 35 anos? Ou seja o cerco é completo por parte do pessoal “pseudo-religioso-pró-vida-a-qualquer-custo”!   Santa paciência!