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Dia 7, de não sei quantos...

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Estella - Torres del Rio: 30 km Fui o último a sair do albergue, então não deu para usar meu instinto de rebanho no momento de decidir para que lado ir. Liguei Google maps, claro. Choviscava. Toca a parar, retirar tudo, pegar a capa, etc, etc. Fui para o lado direito do albergue, depois de uns minutos vi um homem com capuz, mochila grande e relaxei. Depois de 3 a 4 minutos seguindo o jovem, ele entrou numa escola. Obviamente. Liguei o Maps de novo e voltei no sentido oposto. Meia hora depois, encontrei peregrinos mais confiáveis.  O "beijo", na saída de Estella. Uns quilômetros adiante, cheguei à Bodega Irache e a sua famosa fonte de vinho. E continuamos, em direção à subida do dia, para chegar a Villamayor de Monjardín. Na saída de Villamayor, conheci o Craig, de Byron Bay, a cidade mais a leste da Austrália. Ele estava preocupado com um dedo do pé direito, porque acha que se machucou na 1a etapa. Seguiu-se uma das conversas mais interessantes da minha caminhada,...

Dia 6, de não sei quantos...

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Puente la Reina - Estella: 24,6 km A manhã começou cedo, com o Paul e eu rindo muito das peripécias do dia anterior. Ainda por cima, logo quando ele estava pronto para sair, ele voltou "porque não tinha feito a barba e a esposa sempre sabia, mesmo no facetime, que ele não tinha feito a barba! Aqui, o bendito albergue. E a vista para Puente la Reina, ao sair de manhã cedo. Grande parte do caminho foi sozinho, mas em alguns momentos, foram largas conversas com pessoas espetaculares. Aqui, foi a Chris (acho), estadounidense, e o Carlos (espanhol). Ela viajava coma a filha mais velha, que estava mais para a frente, ele tinha passado por um burnt-out no fim do ano passado e tinha-se desligado da empresa onde tinha trabalhado 25 anos. Com os dois, conversa muito interessante que, devido ao tempo que passou, já não tenho todos os detalhes, infelizmente. O engraçado com ela. Paz!