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Ela: ...e está namorando? Eu: Não. Tu? Ela: não, não. Resolvi dar um tempinho Eu: como se pudesses controlar isso ;) Ela:...Rs Ela: é verdade... Ela: ...mas não tenho procurado...a probabilidade cai um pouco... Eu: Essas coisas não respeitam lei nenhuma. Eu: Muito menos a das probabilidades... Ela: kkkk... Eu sei. É foda!

Num momento de descuido...

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Quinta-feira de noite. Uma vez não é costume, saí de casa e dirigi-me a pé á rua dos bares, aqui perto. É uma rua que, de quinta a sábado, está sempre muito animada. As minhas opções eram ficar em casa e trabalhar nas músicas, ver um filme, ou sair um pouco para espairecer. Podia ter ligado para alguns amigos e teria arranjado certamente alguma coisa interessante para fazer. Mas decidi sair da zona de conforto: nada seria mais desconfortável do que ir sentar sozinho num bar num dia de grande afluência. E lá fui. Sentei-me no primeiro que tinha um ar assim mais original. Nem me lembro do nome. A decoração era uma mistura de objetos saídos dos anos 70, com alguns itens mais geeks pelo meio. Era ali mesmo. Não havia mesa livre no lado de fora, só “dentro”. Coloco as aspas porque o “dentro” era meio fora também, já que o bar não tinha portas. Sentei-me á mesa que ficava mais perto do passeio, com intenção de observar melhor as pessoas que passavam. Pedi uma cerveja escura – impressiona...

Pegar, largar, ficar, namorar... um universo de possibilidades! (2)

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Eu avisei que seria em várias partes. A experiência sociológica em ambiente de laboratório foi rica! A conversa deles (Luis e a loirinha) durou mais tempo que eu consegui prestar atenção do lugar onde eu estava. Ainda por cima aconteceu algo que me fez passar de observador a ator involuntário da experiência. Perto do bar estava um casal no que parecia ser o início de um “pegar”...ou “ficar”, como queiram. Ela era muito bonita, cabelos pretos lisos que lhe iam até aos ombros, feições finas, bebia o que parecia ser uma bebida radioativa (era cor de rosa, mas um rosa que não existe na natureza) e era dona de um lindo sorriso. Ele era todo inho: baixinho, fortinho e com barbinha – aquela barba metrossexual que está na moda hoje, grande o suficiente para ter o efeito “hmmm, barba-mal-feita!”, mas suficientemente bem cuidada para não parecer vagabundo. Achei interessante ele tentar beijá-la com o corpo inteiro – quase na ponta dos pés porque ela era mais alta do que ele – enquanto ela dava u...

Pegar, largar, ficar, namorar... um universo de possibilidades! (1)

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Pois é. Isto vai ter de ir por partes porque o assunto é denso e vital. Sábado passado “caí na noite”. Vou vos contar. Isto podia se chamar de “deambulações de um quase quarentão, tímido, separado, nunca teve jeito nem paciência para a conquista e ainda menos para essa selva social chamada “a noite” e a sua respectiva fauna. Mas ok, é sábado, o filho foi para a casa da mãe, não me apetecia ficar em casa para ver a 21ª reposição do mesmo episódio de Friends, então... Havia umas semanas que um colega de trabalho me tinha avisado que a banda dele ia tocar no O’Rilley’s, um bar trendy de Brasília. Eu combinei que iria, muito embora tivesse a sensação à partida que as músicas que eles iam tocar não me iam dizer nada, já que na sua larga maioria seriam oriundas do rock brasileiro dos anos 80/90. Mas tudo bem, bóra lá. Lembrei-me de todas as outras vezes que me chamaram para sair e eu fui a contragosto e acabei por me divertir muito. Porque desta vez seria diferente? Liguei para um bom a...